Crepúsculo dos Deuses


15.01.07


 

 

 

A vontade de escrever

 

 

Não tem razão, motivo ou explicação. Quem escreve sabe que isso é um vicio que só se acalma quando você transfere para o papel virtual o que está na sua mente. Como a ultima série que eu escrevi. Bateu a vontade e bum... Simples assim. Por isso, não devia vir com surpresa certa vontade que me deu de escrever textos curtos. Por alguma razão, que eu definitivamente não quero explorar, começou a gritar na minha cabeça esse desejo de escrever uma série de coisas que, a meu ver, não iriam caber aqui. Se são verdades ou mentiras, ficção ou realidade, isso pouco importa. Mas assumo que muita coisa deriva de eventos ou emoções reais, da mesma forma que acontece com tudo que eu escrevo nesse blog. Estou guardando essas “coisas” aqui. Não espero que ninguém comente ou apareça por lá, pois essa não é a intenção. Por que como eu já disse, escrever é um vicio, e como todo vicio, ele só existe para a satisfação pessoal daquele que se torna dependente dele... Só estou dividindo isso com vocês por que vocês são meus vizinhos e amigos... E para amigos, a gente divide coisas como essa...

 

 

 

 

Escrito por Val.Qui.Ria às 12h39 AM
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13.01.07


Ao lado da porta... (parte III)

 

 

 

 

 

Eu liguei mais uma vez. O som do seu celular chamando em meu ouvido por vários segundos me convence que eu estava atrapalhando o seu interlúdio amoroso. “Por favor! Não desliga”, são as primeiras palavras que eu suspiro no bocal do telefone, quando escuto a sua voz. Sinto que você esta contrariado. Ambos sabemos onde você está e com quem está. Mas quando me dou conta que você não irá desligar o telefone, eu imediatamente peço desculpas. Nem sei exatamente o porquê, mas peço mesmo assim. Você não me responde. Sinto o desespero tomar conta de mim. Eu tinha que falar alguma coisa que o tocasse. Alguma coisa que lhe ajudasse a entender o grande erro que você estava cometendo. Mas como lhe convencer a voltar, quando o nosso convívio morno já havia atingido o limite? No silencio da minha voz, a verdade se revela. Eu devia saber que era uma péssima idéia casar com um homem que ainda amava outra mulher. Mas eu insisti e lhe convenci que você a esqueceria. Essa mulher que agora lhe tirava de mim, mas que um dia já havia lhe traído da mesma maneira que agora você me traia. Essa mulher maldita, que havia lhe colocado doente de amor e infeliz. Será que eu sou a única a lembrar do estado em que você ficou quando ela sumiu no mundo? Eu não esqueço, por que fui eu que recolhi os pedaços da destruição causada por ela. Ela te tratou como lixo... Mas eu fui lá e cuidei de você na esperança de que, um dia, você gostasse de mim. Você não me amava, mas aceitou o meu afeto. Dizem que as vezes o amor vem com o tempo, mas pelo jeito ele veio só para mim, não é mesmo? Sei que errei lhe prendendo a uma relação fadada ao fracasso, mas você prometeu que ia ficar comigo ate o fim, lembra? Eu sei que lembra. Você é um homem de palavra... E você prometeu ficar do meu lado. “Vem pra casa”, eu lhe pedi, condensando toda a nossa tragédia grega nessas três palavras. Pelo jeito funcionou. Você concorda com o meu pedido. Desligo o telefone e permaneço sentada ao lado do aparelho. Na garganta, o gosto azedo da vitória sem gloria. Você era meu, mas o seu coração era (e sempre seria) dela. Sozinha sem você, eu me visto de culpa. Entregue a dor, eu me encolho. E no chão, ao lado da porta eu lhe espero, pedindo, bem baixinho, o seu perdão... 

 

 

 

 

 

Obs.: A primeira e segunda partes desse texto se encontram logo abaixo...

  

Escrito por Val.Qui.Ria às 2h10 AM
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12.01.07


Ao lado da porta... (parte II)

 

 

 

Ela ligou outra vez. O som do meu celular maldito tocando no meio do nosso interlúdio amoroso. Sua voz e suas mãos captam a minha atenção. Você implora para que eu não saia de cima de você. Que esqueça o mundo e viva aquele instante mágico. Meu coração se divide em dois, mas me afasto da cama e atendo mesmo assim. Do outro lado do aparelho, a voz da razão me pedindo para voltar para casa. Sento aos pés da cama. Falo ao telefone sem coragem de olhar você no rosto, mais sei que observa minhas costas com olhos feridos. Eu te conheço. Por isso, não querendo aumentar ainda mais a sua dor, termino a ligação o mais rápido que consigo. Queria ser cego para não ver a decepção em seu rosto quanto me levanto e visto, de maneira metódica, minhas roupas. Seu olhar acusatório me queima a alma. Desvio o olhar, de maneira covarde, e vou ate o banheiro. A água da torneira limpa a raiva e o ódio do meu rosto. Eu odeio te magoar. Você não merece isso. Lavo minhas mãos quando, na verdade, eu preferia estar lavando os meus pecados. Saio do meu esconderijo temporário e volto para o dormitório. Com a alma dilacerada, eu visto o símbolo de uma relação que não era a nossa. Maldito destino que me fez reencontra-la quando já era tarde demais. Sinto-me morrer por dentro quando você pergunta, carente, quando eu lhe veria de novo. Não quero mais lhe magoar. Digo, como sempre, a velha resposta... (“Não sei. Eu te ligo”)... de forma apagada. Queria ser forte e terminar isso tudo de um jeito ou de outro, mas não consigo. Sou fraco diante de você. Queria te beijar a boca e jurar um amor eterno e puro, mas sei que ambos somos realistas demais, ou cínicos demais, para nos permitir sonhar com algo tão inocente. Sinto um gosto metálico de culpa na garganta. Lavo a sensação ruim com um ultimo gole do vinho que você comprou. Faço-me de forte e indiferente enquanto vejo o seu corpo nu diante de mim. Eu queria lhe dizer que te amava mais do que tudo, mas você não me acreditaria. Por isso eu atravesso a porta, fechando essa atrás de mim. Sozinho, me desarmo da armadura e me visto de tristeza. Entregue a dor eu me sento no carro. E no assento ao lado da porta eu murmuro, sentido, o seu nome...   

 

 

 

 

 

 

 Obs.: A primeira parte desse texto se encontra logo abaixo...

Escrito por Val.Qui.Ria às 1h17 AM
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11.01.07


Ao lado da porta... (parte I)

 

 

 

 

 

Ela ligou outra vez. O som do celular maldito tocando no meio do nosso interlúdio amoroso. Implorei para você não atender. Implorei para você se fazer de surdo ao chamado dela. Mas você preferiu se fazer de surdo aos meus apelos. Fui obrigada a escutar você se desculpando (pra ela, não pra mim). Queria ser surda para não ouvir você dizendo que estaria em casa em minutos. Queria ser cega para não ver você ajeitando as calças que eu havia tirado de suas pernas com urgência. A blusa que eu desabotoei de volta em seu peito. Você escapa do meu olhar repleto de recriminação e vai ate o banheiro. A água da torneira lava o meu perfume e as marcas da minha boca no seu rosto. Enquanto você se enxugava, eu me sentia sendo apagada de você. O menino mais novo estava com febre, você me diz, como se eu me importasse. De forma automática, você enfia a mão no bolso e pesca a aliança que eu odiava ver em seu dedo. Veste o símbolo de uma relação que não era a nossa. Sinto-me morrer por dentro. Arrependo-me no mesmo instante em que pergunto, carente, quando lhe veria de novo. Escuto a velha resposta... (“Não sei. Eu te ligo”)... sendo jogada na minha direção como se eu fosse uma criada sua. Ao invés de um beijo de despedida, você toma um ultimo gole na taça com o resto do Chardonnay que eu comprei para o nosso jantar. Faço-me de forte e indiferente enquanto vejo o seu corpo atravessar a porta, fechando essa atrás de si. Sozinha, me desarmo da armadura e me visto de solidão. Entregue a dor eu me deito. E no sofá, ao lado da porta eu choro, bem baixinho, o seu nome...  

 

 

 

Escrito por Val.Qui.Ria às 12h50 AM
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10.01.07


Glasses

 

 

 

 

“Óculos”

 

 

 

Sou toda errada. Ou melhor, sou toda anti-modismo: Não, eu não tenho celular (alias, nem de telefone eu gosto). Não, eu não assisto televisão (só duas horas de TV por SEMANA). Não, eu não escuto radio (só o da vizinha pentelha, mas assim não conta). Não, eu não gosto de lugar com muitas pessoas (sofro de agorafobia leve). Ao contrario de 99,5% da população, eu não gosto de maionese, margarina, manteiga, catchup ou da droga da mostarda... E acima de tudo, eu não gosto de lentes de contato.

 

O que me leva ao assunto em pauta: tenho que trocar de óculos. Nada errado com o modelo que uso, muito bonito por sinal (e pelo preço que eu paguei, tinha que ser mesmo), mas já esta na hora de mudar.

 

Algumas pessoas ainda me perguntam por que eu não uso lente de contato e a resposta é simples: eu vivo exatamente segundo aquela musica linda do Paralamas do Sucesso, “Óculos”. Ou seja, quando eu não estou a fim de ver o mundo, eu tiro os óculos. Quando eu quero dirigir minha bike pela contramão, eu uso óculos. Quando eu ando na praia de manhã e não quero ser vista ou ver ninguém, eu to sem óculos. E quando eu preciso assistir algum filme na telona ou em DVD, definitivamente, eu uso óculos.

 

Ate ai tudo bem. O problema é que alem de usar óculos, eu também gosto de homem que usa óculos... Ops! Pera ai, deixa eu me expressar melhor: eu sou TARADA por homem que usa óculos. Pena que não há muitos ainda em circulação por ai. Tem um rapaz que eu conheço (meu amor platônico de anos) que usa a armação perfeita: de metal, leve e proporcional ao tamanho do rosto lindinho que ele ostenta. Perdi as contas de quantas vezes eu já me imaginei tirando os óculos dele com as mãos, apenas para beijar aquela boca perfeita... Hummm... Do que estávamos falando mesmo? Ah! Sim... Óculos... Pois é, preciso mudar de modelo... E também já aproveito e compro um ventilador novo. Pensar no meu amor platônico meu deu um calor... Cruzes!

 

 

 

Escrito por Val.Qui.Ria às 2h02 AM
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09.01.07


Insanidade que não se explica

 

 

 

 

~ Indomesticável ~

 

 

Desejo é o que sinto por ti

O sentimento puro da cobiça

Tenho fome de você. Aceito o fato

 Uma vontade de beijar a tua carne

Sentir a sua pele. Sugar sua essência

Vem... Avança em minha direção

Me segura pelos cabelos e me toca direito

Da maneira que eu gosto... Que você sabe

Com uma força que vem de dentro

Suga a essência do que sou

Beija a pele que arde sedenta de ti

Rasga a promessa que fiz. Que tolice!

Quem disse que eu podia te esquecer?

Liberta os meus desejos mais secretos

Faz-me plena, faz-me sua. Agora!

Arrasta-me como enxurrada de verão

Em direção ao inevitável

Insanidade que não se explica

Mas que se resume em uma única palavra...

 

 

~ Indomesticável ~

 

 

 

Escrito por Val.Qui.Ria às 1h52 AM
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08.01.07


Amiga Piranha

 

 

 

 

Tirinha especial para a minha amiga piranha que esta

voltando de viagem.

 

Ou seria amiga promiscua?

 

Ou seria amiga Satine??

 

 

(Bah! A Inveja é uma shit, viu?)

 

 

Senti a sua falta, cretina!

 

 

 

 

 

 

 

Escrito por Val.Qui.Ria às 12h59 AM
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06.01.07


Again and Again

 

 

“6 de Janeiro”

(ou “O Verdadeiro Ano Novo”)

 

 

Esqueça o calendário. É hoje que o ano realmente começa pra mim. Entre a ressaca do primeiro dia do ano e a antecipação da celebração do meu aniversario no dia cinco, nada de fato acontece. Somente no dia 6 de Janeiro é que eu começo a engatar a primeira marcha, acelerar e seguir rumo ao Ano Novo fresquinho... Tudo a minha volta cheirando a novo, apesar de nada ter mudado de verdade. A minha casa é a mesma, o trabalho é o mesmo, a família (infelizmente) é a mesma e os amigos (graças a Deus!) não mudaram nada. Tudo permanece como estava, mas há essa sensação no ar de que tudo esta recomeçando. Mais um Carnaval, outra Páscoa, outro Dia dos Namorados, outro Natal... Uma sucessão de eventos que já foram e que voltarão a ser, pois essa é a graça do Ano Novo: viver a mesma data repetidamente, ate conseguirmos acertar o nosso objetivo, seja ele qual for. E se por um lado essa lógica pode parecer loucura, o certo é que se queremos mais da vida, algo realmente extraordinário dela, é preciso evoluir, e evolução significa mudanças. Insanidade é fazer a mesma coisa continuamente esperando conseguir resultados diferentes. Não é assim que as coisas funcionam.

 

 

Ou seja, Você quer que a sua vida seja diferente? Pois então comece a viver de maneira diferente. Por que continuar a fazer a mesma coisa que você esteve fazendo ontem e anteontem só vai levar você ao mesmo lugar insípido aonde você se encontra nesse momento. Pense nisso...

 

 

Escrito por Val.Qui.Ria às 2h51 AM
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05.01.07


Dia de Festa

 

FELIZ ANIVERSARIO PRA MIM!

 

 

Happy Birthday to Me

 

 

 

Não sou de alardear o meu aniversario, então eu vou apenas colocar essa musica aqui na vitrola e colocar o som no ultimo volume. Quem for da vizinhança pode vir dançar. Mais tarde tem festa americana, com direito a dança da vassoura e brincar de salada de frutas quando não tiver nenhum adulto olhando! Os meninos trazem as bebidas e as meninas os pratos de doces e salgados. Em cima da cama, como manda a tradição, fica os presentes... Já estão lá os presentes da Debbie e do Mauro. A idade eu não digo, mas se perguntar com jeitinho eu confesso: sou balzaquiana e com muito orgulho... Ah! E na hora de apagar as velas em cima do bolo, o desejo eu já tenho mas não posso falar senão já viu neh? Por isso sirvam-se de brigadeiros, que o Júnior já foram buscar a vassoura para a gente dançar no quintal...

 

 

 

Escrito por Val.Qui.Ria às 3h59 AM
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04.01.07


O Jogo da Vida

 

 

 

Cartas Marcadas

 

 

 

 

Destino. A melhor maneira de explicar o conceito de destino ou sina é dizer que a vida é um jogo de cartas marcadas. Não importa realmente o que você tenha nas mãos, pois aparentemente, Deus na hora de embaralhar o baralho resolveu trapacear e dar todos os três vermelhos para o seu vizinho, lhe brindando com um monte de três pretos e uma seqüência de cartas impossíveis de se jogar. Analogias a parte (já que nem todo mundo sabe jogar “tranca”), se eu tenho que ver o destino como um jogo, que ele seja o pôquer. Afinal de contas, nesse jogo tudo é uma questão de saber o que fazer com o que se tem. Pois é sempre o jogador mais agressivo (na hora de apostar) e paciente (para saber a hora certa de apostar tudo) que acaba abocanhando todas as fichas. Ou seja, mesmo que o destino exista e ele seja um jogo complicado, se você for ousado o suficiente, você vai ser bem sucedido.

 

 

Pessoalmente eu não acredito em destino. Assim como não acredito em horóscopo, biscoito da sorte ou leitura da mão. Eu acredito que destino é aquilo o que você faz da sua vida, e não o que a sua vida vai fazer com você. Sendo uma pessoa muito organizada, eu gosto de planejar o meu futuro com antecedência. Amanhã é o meu aniversario e em épocas assim é comum a gente fazer planos para o futuro. Por isso, sendo essa pessoa otimista que eu sou, eu queria saber ate quando eu vou viver para poder calcular quanto tempo eu ainda tenho para realizar os meus sonhos. Como qualquer pessoa normal em busca de uma informação especifica, ao invés de apelar para horóscopos e afins, eu quis conseguir essa informação de forma científica, então eu entrei na internet e fui atrás da data da minha morte. Segundo esse site eu ainda tenho aproximadamente 2,060, 810, 120 segundos de vida, já que eu irei morrer em uma bela segunda-feira, em 25 de abril de 2072. O que me deixa com mais de 60 anos para eu realizar todos os meus sonhos. Isso não é ótimo??

 

 

Okay... Pode dizer... Eu sou um poço de contradição, mas quem se importa? O fato é que eu vou morrer um dia (sim, isso é chocante, mais é a mais pura verdade), porem isso não vai me impedir de seguir sonhando. De continuar acreditando que não importa quantos anos eu tenha, eu SEMPRE vou ter permissão de sonhar com o impossível. Pois a vida é minha e o meu destino sou eu mesma que escrevo...

 

 

 

 

 

Obs.: Para quem não entende bem o inglês, a versão do relógio da morte em português nesse site. Mas cuidado, aqui você morre mais rápido que na versão do tio Sam, rs.

 

Escrito por Val.Qui.Ria às 3h07 AM
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03.01.07


Começando o ano com o pé direito…

 

 

 

Minhas Resoluções de Ano Novo:

 

 

Eu nunca mais vou mentir, enganar ou comprometer os meus ideais. A não ser, é claro,  que eu precise manter o meu emprego...

 

 

Para ter uma relação amorosa bem sucedida, eu me comprometo a fingir que eu estou dando tanto quanto estou recebendo...

 

 

Eu vou procurar o lado divertido da vida todos os dias, procurando alguém que eu possa gozar e ridicularizar diariamente...

 

 

Eu não vou mais passar o dia inteiro na sala assistindo televisão. Ao invés disso eu vou mudar a televisão para o meu quarto...

 

 

A partir de hoje eu vou dividir alegremente a minha experiência e sabedoria com o mundo, por que não há nada mais delicioso nessa  vida do que poder dizer: “Mas eu não te avisei?”...

 

 

Na próxima vez que o universo bater na minha porta, eu vou fingir que eu não estou em casa...

 

 

A partir de hoje eu não preciso mais sofrer em silencio se eu posso reclamar, choramingar e sair por ai dizendo em alto e bom som que essa droga de mundo não é justo...

 

 

Eu vou liberar os meus sentimentos de culpa. Só assim eu vou conseguir entrar em contato com a psicopata que vive dentro de mim...

 

 

 

 

E você? Quais são as suas resoluções de Ano Novo??

 

 

 

Escrito por Val.Qui.Ria às 1h44 AM
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